nenhum texto
falta tempo
o trabalho consome a vida
escraviza ação
imobiliza o pensamento.
estático limiar
Ao que caminho ou em com sequente
Opulenta existência, existente com ciência
consciente existente, consequência com ciente
pulgenta ciência, evidência particular
Escala individual, universal amostra
legítima existência, com ciência reconhecida
ausência metafísica, física conclusão
Intelectualização empirista, egoísta acumulação
egocêntrica alimentação, imagem-ação reflexiva
auto-descobrimento representativo, representação ciente-específica
Cenografização, a caso ao todo, específica
configuração, infinitos parâmetros, incontrolável
característica instantânea imponderável
Aceitar a visão, informação a processar
parcial realidade, individualidade real
colossal beleza instantânea, potencializa em
vida real
consciente existente, consequência com ciente
pulgenta ciência, evidência particular
Escala individual, universal amostra
legítima existência, com ciência reconhecida
ausência metafísica, física conclusão
Intelectualização empirista, egoísta acumulação
egocêntrica alimentação, imagem-ação reflexiva
auto-descobrimento representativo, representação ciente-específica
Cenografização, a caso ao todo, específica
configuração, infinitos parâmetros, incontrolável
característica instantânea imponderável
Aceitar a visão, informação a processar
parcial realidade, individualidade real
colossal beleza instantânea, potencializa em
vida real
Postado por
Thiago
Ref.: Padrão Monolítico
Licença ignorética: Monolito. Paradigma.Consciência.
"Eu tentei criar uma experiência visual, que se desviasse do campo das palavras e penetrasse diretamente no subconsciente com um teor emocional e filosófico... Projetei o filme para ser uma experiência subjetiva intensa, que atinja o espectador num nível profundo de consciência, exatamente como a música faz... Você está livre para especular como quiser sobre o sentido filosófico e alegórico do filme."
Stanley Kubrick (1968)
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Thiago
Processo
de repente ser
sendo quem sou
tendo o que estou
querendo o que tenho
o queria é querer
desejo do realizado presente
e quando este realizado
torna-se tudo engraçado
desejo aumenta
pulsa desenfreado
parece que vai explodir
vou morrer de tanto sentir
sendo quem sou
tendo o que estou
querendo o que tenho
o queria é querer
desejo do realizado presente
e quando este realizado
torna-se tudo engraçado
desejo aumenta
pulsa desenfreado
parece que vai explodir
vou morrer de tanto sentir
Postado por
Thiago
Padrão monolítico
Dormir a noite talvez a maior dificuldade depois de acordar de manhã. Noites de sono? Noites sem sono, como o velho Vinicius de noite ardo e de manhã escureço, nesta incerta ordem correta. Ordem correta padrão errado.
Mas padrão? O padrão nada mais é do que um modelo pré-determinado que é regulamentado ou não. Filosoficamente padrão foi substituído pelo paradigma, ou seja, é um padrão a ser seguido. Padrão também pode ser um monumento de pedra, tal como os dos portugueses, monolítico. Nada como metáforas portuguesas para significados mais sugestivos para padrão como estes, a pedra monolítica.
Modelado pelos padrões cada vez mais nos tornamos seres passivos do meio que nos envolve. O meio é sempre absorvido individualmente, um caminho que a informação percorre. A informação ou estimulo externo qualquer é absorvido individualmente, processado individualmente, assimilado individualmente, mas todos esses processos sempre são influenciados por padrões. Padrões sociais, históricos, morais, religiosos, científicos... não interessam, mas somos formação de tudo que já fomos, de tudo que foram ao seu lado, de tudo que é ao seu lado.
Isso nos torna mais passivos? Não o que nos tornam mais passivos é justamente a necessidade que algumas pessoas criam de crer em padrões. O peso que carregamos é cada momento diminuído pelo simples fato de isenção de decisão, já esta tudo decidido você só tem que seguir o padrão vigente... vamos escolha um e não viva sua vida!
Mas os padrões não servem somente para determinação de posturas individuais, mas também para criticas aos outros que não desejam seguir o padrão... mais um padrão a ser seguido e a não aceitação da visão do outro. Quando recebemos esse tipo de critica podemos aceitar, podemos refutar, podemos considerar ou podemos nem escutar. Esse conflito de estimulo externo é mais fácil de ser trabalhado, combatido. Conflitos internos sempre são mais difíceis de entender não seguem padrões impostos socialmente, culturalmente, mas são influenciados por estes. Na nossa formação conformamo-nos de acordo com o que nos formamos. Sempre cheios de barreiras, sempre cheios de paradigmas que temos que ultrapassar. Mas é isso que queremos? Quebrar a facilidade de aceitação já imposta? Quebrar o fatalismo do que é sem a crítica do por que é? Tudo fica mais difícil, tudo fica mais doloroso, tudo fica mais pesado...
Viver fora do padrão é essa a minha verdade. E a verdade só é um ponto de vista. Às vezes temos verdades que não são nossas. Ponto de vista dos outros. Buscamos a verdade de cada um. Buscamos nossos verdadeiros pontos de vistas. É essa a grande busca da verdade impor seus verdadeiros pontos de vista a si mesmo.
Gostaria de acreditar em Deus, gostaria de acreditar que existe algo alem dessa vida, gostaria de acreditar ter uma segunda chance pra tudo como todos que acreditam nessa verdade. Mentira!
Mas padrão? O padrão nada mais é do que um modelo pré-determinado que é regulamentado ou não. Filosoficamente padrão foi substituído pelo paradigma, ou seja, é um padrão a ser seguido. Padrão também pode ser um monumento de pedra, tal como os dos portugueses, monolítico. Nada como metáforas portuguesas para significados mais sugestivos para padrão como estes, a pedra monolítica.
Modelado pelos padrões cada vez mais nos tornamos seres passivos do meio que nos envolve. O meio é sempre absorvido individualmente, um caminho que a informação percorre. A informação ou estimulo externo qualquer é absorvido individualmente, processado individualmente, assimilado individualmente, mas todos esses processos sempre são influenciados por padrões. Padrões sociais, históricos, morais, religiosos, científicos... não interessam, mas somos formação de tudo que já fomos, de tudo que foram ao seu lado, de tudo que é ao seu lado.
Isso nos torna mais passivos? Não o que nos tornam mais passivos é justamente a necessidade que algumas pessoas criam de crer em padrões. O peso que carregamos é cada momento diminuído pelo simples fato de isenção de decisão, já esta tudo decidido você só tem que seguir o padrão vigente... vamos escolha um e não viva sua vida!
Mas os padrões não servem somente para determinação de posturas individuais, mas também para criticas aos outros que não desejam seguir o padrão... mais um padrão a ser seguido e a não aceitação da visão do outro. Quando recebemos esse tipo de critica podemos aceitar, podemos refutar, podemos considerar ou podemos nem escutar. Esse conflito de estimulo externo é mais fácil de ser trabalhado, combatido. Conflitos internos sempre são mais difíceis de entender não seguem padrões impostos socialmente, culturalmente, mas são influenciados por estes. Na nossa formação conformamo-nos de acordo com o que nos formamos. Sempre cheios de barreiras, sempre cheios de paradigmas que temos que ultrapassar. Mas é isso que queremos? Quebrar a facilidade de aceitação já imposta? Quebrar o fatalismo do que é sem a crítica do por que é? Tudo fica mais difícil, tudo fica mais doloroso, tudo fica mais pesado...
Viver fora do padrão é essa a minha verdade. E a verdade só é um ponto de vista. Às vezes temos verdades que não são nossas. Ponto de vista dos outros. Buscamos a verdade de cada um. Buscamos nossos verdadeiros pontos de vistas. É essa a grande busca da verdade impor seus verdadeiros pontos de vista a si mesmo.
Gostaria de acreditar em Deus, gostaria de acreditar que existe algo alem dessa vida, gostaria de acreditar ter uma segunda chance pra tudo como todos que acreditam nessa verdade. Mentira!
Postado por
Thiago
Funcionário do mês
A obrigação de fazer algo para pessoas que acham que são libertas de qualquer controle sempre é um dilema. Discuto comigo mesmo, fico puto comigo mesmo, mas de nada adianta porque no final sempre tenho que fazer o que precisa ser feito. A verdadeira guerra está nesses conflitos diários, horários, instantâneos... Mas a melhor maneira de fazer o que precisa ser feito é fazer!
Tento chamar alguém pra dividir a responsabilidade de ter algo a fazer, mas na vida sempre estamos sozinhos mesmo com companhia estamos sozinhos.
Alguém está disposto a fazer uma pequena viagem.
"- Metrô, estação Sé. Metrô estação Parque Dom Pedro II..."
Destino, o inexplicável dos acontecimentos juntando as coincidências. Não foi só mais uma ilusão mais uma vez fui enganado e como sempre sigo sozinho. Na estrada dos acontecimentos prefiro assimilar os caminhos à somente a estrada. Estrada leva de um ponto ao outro só o meio para que chegue em seu objetivo final, caminhos não, é a passagem e a vivencia de todo o percurso não interessando muito o objetivo e o ponto final, mas sim o percurso.
Jabaquara, já foi indígena hoje é terminal. Terminal de estado terminal de fim de linha é assim que sentimos quando não vemos mais saída em um terminal esperando um ônibus para te levar a outro lugar, talvez outro terminal, talvez outro ponto, talvez um meio... Tudo me faz pensar em algo, vontade de ir ao banheiro, banheiro pago um real. Que absurdo terminal rodoviario publico e o banheiro é pago! Pago e como em tudo me indigno, mas não tem solução somente aceitação.
"- Ta faltando grana?
- Só tenho 25 centavos...
Um real !
- O... valeu cara você é igual a mim... vou te agradecer..."
Alguns cigarros dados e insistidos depois, alguns lamentos da vida e ja me sentiam mais próximo ao estranho do que da maioria das pessoas intimas dessa vida. Pedia pra eu parar de fazer algo errado que disse que fazia de vez em quando, e o mais engraçado as palavras de um estranho teve mais força do que todas as outras, de todas as outras pessoas que de alguma maneira acham que se importam comigo. E pelo simples fato de que não havia pudor, não havia amor, era só um sentimento de admiração do ser humano. Um verdadeiro e puro amor, sem o carnal, sem o paternal, sem o matriarcal que sempre acabamos nutrindo pelas pessoas que nos envolvemos. Suas palavras:
"- Fuma um, mas nunca mais cheira na vida não!! Isso é uma merda!!"
Não era uma repressão, julgamento ou qualquer coisa do gênero, era uma vontade sincera de que o outro viva, vi nos seus olhos, no abraço de adeus e na despedida de grandes amigos, que acabaram de se conhecer, que o mais provável é que nunca mais se vejam, mas que de alguma maneira sentiram o que de mais importante em relações existem, a entrega. A entrega de verdade, do que cada um é sem necessidade de suprir expectativas, sem medo de não ser aceito, simplesmente sendo cada um.
Viajei, por uma pouca hora, mais uma vez sozinho e tudo que aconteceu me fez pensar, estou cansado. Estou cansado de tanta coisa, que nem sei onde tudo começou, mas uma destas coisas é que estou cansado de ser o funcionário do mês do Mc Donald´s. Não quero mais ser especial pra ninguém. Não quero mais ser olhado como alguém especial. Não sou especial. Ninguém é especial. Quero relações especiais. Com todos. Com meus amigos. Com os desconhecidos. Não quero que esperem nada de mim. Nem de bom, nem de ruim. Mas não posso controlar o que os outros querem ou esperam. O caminho é o inverso. Não posso me preocupar com o que os outros esperam. Só posso escolher e escolho não ser especial. Sou eu.
Tento chamar alguém pra dividir a responsabilidade de ter algo a fazer, mas na vida sempre estamos sozinhos mesmo com companhia estamos sozinhos.
Alguém está disposto a fazer uma pequena viagem.
"- Metrô, estação Sé. Metrô estação Parque Dom Pedro II..."
Destino, o inexplicável dos acontecimentos juntando as coincidências. Não foi só mais uma ilusão mais uma vez fui enganado e como sempre sigo sozinho. Na estrada dos acontecimentos prefiro assimilar os caminhos à somente a estrada. Estrada leva de um ponto ao outro só o meio para que chegue em seu objetivo final, caminhos não, é a passagem e a vivencia de todo o percurso não interessando muito o objetivo e o ponto final, mas sim o percurso.
Jabaquara, já foi indígena hoje é terminal. Terminal de estado terminal de fim de linha é assim que sentimos quando não vemos mais saída em um terminal esperando um ônibus para te levar a outro lugar, talvez outro terminal, talvez outro ponto, talvez um meio... Tudo me faz pensar em algo, vontade de ir ao banheiro, banheiro pago um real. Que absurdo terminal rodoviario publico e o banheiro é pago! Pago e como em tudo me indigno, mas não tem solução somente aceitação.
"- Ta faltando grana?
- Só tenho 25 centavos...
Um real !
- O... valeu cara você é igual a mim... vou te agradecer..."
Alguns cigarros dados e insistidos depois, alguns lamentos da vida e ja me sentiam mais próximo ao estranho do que da maioria das pessoas intimas dessa vida. Pedia pra eu parar de fazer algo errado que disse que fazia de vez em quando, e o mais engraçado as palavras de um estranho teve mais força do que todas as outras, de todas as outras pessoas que de alguma maneira acham que se importam comigo. E pelo simples fato de que não havia pudor, não havia amor, era só um sentimento de admiração do ser humano. Um verdadeiro e puro amor, sem o carnal, sem o paternal, sem o matriarcal que sempre acabamos nutrindo pelas pessoas que nos envolvemos. Suas palavras:
"- Fuma um, mas nunca mais cheira na vida não!! Isso é uma merda!!"
Não era uma repressão, julgamento ou qualquer coisa do gênero, era uma vontade sincera de que o outro viva, vi nos seus olhos, no abraço de adeus e na despedida de grandes amigos, que acabaram de se conhecer, que o mais provável é que nunca mais se vejam, mas que de alguma maneira sentiram o que de mais importante em relações existem, a entrega. A entrega de verdade, do que cada um é sem necessidade de suprir expectativas, sem medo de não ser aceito, simplesmente sendo cada um.
Viajei, por uma pouca hora, mais uma vez sozinho e tudo que aconteceu me fez pensar, estou cansado. Estou cansado de tanta coisa, que nem sei onde tudo começou, mas uma destas coisas é que estou cansado de ser o funcionário do mês do Mc Donald´s. Não quero mais ser especial pra ninguém. Não quero mais ser olhado como alguém especial. Não sou especial. Ninguém é especial. Quero relações especiais. Com todos. Com meus amigos. Com os desconhecidos. Não quero que esperem nada de mim. Nem de bom, nem de ruim. Mas não posso controlar o que os outros querem ou esperam. O caminho é o inverso. Não posso me preocupar com o que os outros esperam. Só posso escolher e escolho não ser especial. Sou eu.
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